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Mais de quatro mil argentinos perderam seu trabalho em março

30.04.2017
 
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Mais de quatro mil argentinos perderam seu trabalho em março

Buenos Aires, 17 abr (Prensa Latina) Mais de quatro mil e 800 argentinos ficaram sem trabalho no recém concluído março, uma quantidade superior ao mês anterior, segundo um relatório do Centro de Economia Política (CEPA).

O estudo precisou que 95 por cento (quatro mil 569) correspondem ao setor privado e só o cinco por cento (255 casos) ao público.

A participação do setor privado em termos de demissões e suspensões sobre o total teve um avanço de 0,47 pontos percentuais em março, acrescentou a fonte.

A indústria é o setor mais golpeado, com dois mil e 754 demissões e suspensões adicionais em março, para 60 por cento do total de demissões e suspensões.

Nos últimos seis meses, a diferença do setor público, do setor primário, da construção e dos serviços, da indústria continuou em queda, acrescentou o relatório.

O Centro detalhou que em termos gerais o fechamento de 31 de março de 2017 se contabilizam 253 mil e 967 demissões e suspensões, sobretudo em casos do setor industrial e atividades como o ramo metalúrgico, o setor têxtil, automotriz e o petroleiro, nessa ordem.

No entanto nos primeiros três meses de 2017 registraram-se nove mil e 599 demissões e duas mil e 594 suspensões, reafirmou o relatório.

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