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Brasil: Desocupação estável

29.04.2010
 
Brasil: Desocupação estável

Em março, desocupação foi de 7,6%

A taxa desocupação ficou estatisticamente estável em relação a fevereiro (7,4%) e caiu 1,4 ponto percentual em relação a março de 2009 (9,0%). Esta foi a menor taxa para um mês de março, em toda a série da PME, iniciada em 2002. A população desocupada (1,8 milhão) ficou estável na comparação mensal e recuou (-14,1%) em relação a março de 2009. A população ocupada (21,7 milhões) ficou estável no mês e cresceu 3,8% no ano (ou mais 796 mil postos de trabalho). O número de trabalhadores com carteira assinada (10 milhões) ficou estável no mês e subiu 7,2% em relação a março de 2009 (ou mais 668 mil empregos com carteira assinada).

O rendimento médio real habitual dos trabalhadores (R$ 1.413,40) subiu 0,4% no mês e 1,5% frente a março de 2009. A massa de rendimento real habitual dos ocupados (R$ 31 bilhões), referente março 2010, subiu 0,6% no mês e 5,2% no ano. A massa de rendimento real efetivo dos ocupados (R$ 30,7 bilhões), referente a fevereiro de 2010, subiu 0,4% no mês e 6,3% no ano.

O rendimento domiciliar per capita ficou estável no mês e subiu 3,5% no ano.

Em março de 2010, a taxa de desocupação (7,6%) estimada pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE ficou estável em relação a fevereiro e caiu 1,4 ponto percentual frente a março de 2009, no conjunto das seis regiões metropolitanas investigadas (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Porto Alegre). Regionalmente, em relação a fevereiro, a taxa subiu nas Regiões Metropolitanas do Rio de Janeiro e Porto Alegre, 0,8 ponto percentual em ambas e ficou inalterada nas demais. Na análise anual, a taxa de desocupação recuou 2,3 pontos percentuais em Recife e São Paulo.

As taxas de desocupação de março, tanto na média das seis regiões metropolitanas investigadas quanto em cada uma delas, foram as menores para este mês em toda a nova série da Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE, iniciada em 2002.

O contingente de desocupados (1,8 milhão) no total das seis regiões investigadas, não variou na análise mensal e recuou (-14,1%) frente a março do ano passado. Regionalmente, em relação a fevereiro, a população desocupada cresceu no Rio de Janeiro (13,4%) e em Porto Alegre (17,5%). Na análise anual, houve quedas em Recife (-19,7%) e em São Paulo (-22,5%).

POPULAÇÃO OCUPADA

Em março de 2010, a população ocupada (21,7 milhões) no total das seis regiões investigadas manteve-se estável perante fevereiro e cresceu 3,8% no ano (mais 796 mil postos de trabalho no período).

Para os grupamentos de atividade, na média das seis regiões metropolitanas investigadas, houve estabilidade, exceto nos Serviços prestados a empresas, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira, com alta de 2,9% frente a fevereiro. Em relação a março de 2009, houve altas em três grupamentos: Construção (10,6%), Serviços prestados as empresas, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira (7,9%) e Outros serviços (5,6%).

O número de trabalhadores com carteira de trabalho assinada no setor privado (10,0 milhões) ficou estável na comparação mensal e cresceu 7,2% no ano (ou mais 668 mil postos de trabalho com carteira assinada). Em março de 2010, o percentual de trabalhadores com carteira de trabalho assinada no setor privado em relação ao conjunto da população ocupada era de 46,0%.

RENDIMENTO

O rendimento médio real habitual dos trabalhadores (R$ 1.413,40) teve altas na comparação mensal (0,4%) e frente a março do ano passado (1,5%).

Na tabela abaixo, as variações do rendimento médio real habitual, segundo os grupamentos de atividade:

Por posição na ocupação, em relação a fevereiro, houve altas para os empregados sem carteira de trabalho assinada no setor privado (0,8%) e para os trabalhadores por conta própria (0,6%). Houve quedas para os empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (-0,6%) e para os militares ou funcionários públicos estatutários (-1,0%).

Em relação a março de 2009, houve altas para os empregados sem carteira de trabalho assinada no setor privado (10,7%), para os militares ou funcionários públicos estatutários (1,5%) e para os trabalhadores por conta própria (1,6%). O rendimento dos empregados COM carteira de trabalho assinada no setor privado não teve variação estatisticamente significativa (0,3%).

MASSA DE RENDIMENTO

A massa de rendimento real habitual dos ocupados (R$ 31 bilhões) cresceu 0,6% em relação a fevereiro último e 5,2% em relação a março de 2009.

A massa de rendimento real efetivo dos ocupados (R$ 30,7 bilhões) cresceu 0,4% em relação a janeiro último e (6,3%) em relação a fevereiro de 2009.

RENDIMENTO DOMICILIAR PER CAPITA

Em relação a fevereiro último, o rendimento domiciliar per capita não teve variação estatisticamente significativa (-0,3%), mas cresceu 3,5% em relação a março de 2009. Na tabela abaixo, os valores e as variações desse indicador para as seis regiões metropolitanas investigadas pela Pesquisa Mensal de Emprego.

Pesquisa Mensal de Emprego – Fonte IBGE

Base: Março de 2010

Prof. Dr. Ricardo Bergamini


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