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Brasil: Em abril, desocupação foi de 8,9%

26.05.2009
 
Pages: 123

Militares ou funcionários públicos estatutários (7,6% da PO) Declínio nas seis Regiões Metropolitanas, em relação a março último (3,8%) e frente a abril de 2008, mostrou estabilidade.

Regionalmente, queda no Rio de Janeiro em relação a março (8,2%). Em relação a abril de 2008, sem variação.

Trabalhadores por conta própria (18,6% da PO) Em ambos os períodos de comparação, estabilidade.

Na esfera regional, houve estabilidade em ambos os períodos analisados.

Rendimento médio real 1

A pesquisa estimou no mês de abril de 2009, para o agregado das seis regiões, o rendimento médio real habitualmente recebido pelos trabalhadores em R$ 1.318,40, apresentando declínio de 0,7% em relação a março. Na comparação com abril de 2008, o quadro foi de recuperação, 3,2%.

No enfoque regional, em relação ao mês anterior, houve acréscimo no rendimento nas Regiões Metropolitanas de Recife (4,4%), do Rio de Janeiro (0,5%) e de Porto Alegre (0,6%). O rendimento apresentou queda em Salvador (0,6%), Belo Horizonte (1,8%) e São Paulo (2,0%). Na comparação anual, o comportamento foi de elevação em cinco regiões: Salvador (7,1%), Belo Horizonte (3,0%), Rio de Janeiro (4,1%), São Paulo (2,8%) e Porto Alegre (3,7%). Ocorreu queda no rendimento em Recife (5,1%).

Rendimento das categorias de posição na ocupação na comparação MENSAL

Para o total das seis regiões, registrou-se o seguinte quadro:

Empregados com carteira assinada no setor privado ( R$ 1.255,10) Queda de 1,0% em abril de 2009.

Foram registrados aumentos no rendimento nas Regiões Metropolitanas de Recife (2,7%), Salvador (2,1%) Rio de Janeiro (1,9%) e Porto Alegre (1,3%). Ocorreram quedas em Belo Horizonte (3,4%) e São Paulo (2,9%).

Empregados sem carteira assinada no setor privado (R$ 832,80) Queda de 4,4% em abril de 2009.

Houve aumentos no rendimento em Recife (3,8%), Belo Horizonte (3,4%) e do Rio de Janeiro (4,4%). Houve declínio em Salvador (4,8%) e São Paulo (9,6%) e estabilidade em Porto Alegre.

Militares ou funcionários públicos estatutários (R$ 2.297,10 ) Estabilidade em abril de 2009.

Alta no rendimento em Recife (10,1%), Belo Horizonte (3,8%), São Paulo (6,8%) e de Porto Alegre (1,0%). Ocorreram recuos em Salvador (14,4%) e no Rio de Janeiro (5,4%).

Trabalhadores por conta própria ( R$ 1.088,80 ) Recuo de 1,7% em abril de 2009.

Houve recuo no rendimento em Recife (11,6%), Belo Horizonte (6,2%) e em São Paulo (4,7%). O rendimento cresceu nas Regiões Metropolitanas de Salvador (4,8%), Rio de Janeiro (4,4%) e Porto Alegre (1,9%).

Rendimento das categorias de posição na ocupação na comparação ANUAL

Para o total das seis regiões, registrou-se o seguinte quadro:

Empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado alta de 4,1% em relação a abril de 2008.

Altas em Recife (7,2%), Salvador (6,1%), Belo Horizonte (2,7%), Rio de Janeiro (11,8%), São Paulo (1,5%) e Porto Alegre (2,3%).

Empregados sem carteira de trabalho assinada no setor privado recuperação de 2,0% no rendimento em relação a abril de 2008.

Em Recife (1,9%), Belo Horizonte (11,6%), Rio de Janeiro (9,8%) e Porto Alegre (6,9%) houve avanços no rendimento. Ocorreu queda em São Paulo (3,9%) e estabilidade em Salvador.

Militares ou funcionários públicos estatutários Alta de 5,6% em relação a abril de 2008.

Houve acréscimo no rendimento em Belo Horizonte (3,1%), Rio de Janeiro (12,8%), São Paulo (4,5%) e Porto Alegre (2,1%). O rendimento recuou em Salvador (3,0%) e ficou estável em Recife.

Trabalhadores por conta própria Retração de 0,5% em relação a abril de 2008.

Houve retração no rendimento em Recife (16,1%) e Rio de Janeiro (17,0%). Houve aumentos em Salvador (6,2%), São Paulo (13,0%) e Porto Alegre (7,8%), e estabilidade em Belo Horizonte.

Análise do Rendimento real dos trabalhadores por grupamentos de atividade

Na comparação com março de 2009 , verificou-se:

alta no rendimento médio real habitual dos trabalhadores nos grupamentos de atividade: indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água (1,2%); comércio, reparação de veículos automotores e de objetos pessoais e domésticos e comércio a varejo de combustíveis (1,5%) e serviços domésticos (0,7%).

queda no rendimento médio real habitual dos trabalhadores em: construção (2,6%); serviços prestados a empresas, aluguéis, atividades mobiliárias e intermediação financeira (2,7%); educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social (0,5%) e outros serviços (1,5%).

No confronto com abril de 2008 , verificou-se:

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