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Bill Clinton e Barack Obama pressionaram acordo de austeridade na Grécia

24.10.2016
 
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Correios eletrônicos de Podesta: Bill Clinton e Barack Obama pressionaram acordo de austeridade na Grécia

Podesta enviado Bill Clinton solicitando que ele pressionar primeiro-ministro grego Alexis Tsipras a aceitar acordo de austeridade da dívida da UE.23 de outubro de 2016 / Telesur (http://www.telesurtv.net/english/news/Clinton-Obama-Pushed-Austerity-Deal-in-Greece-Podesta-Emails-20161022-0002.html)

Os correios eletrônicos de John Podesta, chefe de campanha de Hillary Clinton, divulgados por WikiLeaks sexta-feira (21) revelaram que o presidente dos EUA, Barack Obama, e o ex-presidente Bill Clinton, persuadiram a Grécia a fim de aceitar as severas medidas de austeridade impostas pela União Europeia em 2015, noticiou a agência de notícias russa RT.Em 2015, Podesta enviou mensagem eletrônica ao escritório de Bill Clinton, pedindo-lhe que pressionasse o primeiro-ministro grego Alexis Tsipras com o intuito de aceitar o acordo da dívida da União Europeia."Estou no trem, está difícil falar por telefone. A Casa Branca me perguntou se WJC (William Jefferson "Bill" Clinton) mantinha relação suficiente com o primeiro-ministro Tsipras, a ponto de chamá-lo e aconselhá-lo para que fizesse um acordo. Você pode perguntar-lhe se isso está dentro das possibilidade", diz um correio eletrônico

"Ele diz que sim, mas que precisa de muito mais informações do que tem agora, Sua pergunta imediata é -. Estamos pressionando muito Merkle [sic]. Que horas você estará disponível para conversar?". A chefe de gabinete de Clinton, Tina Flournoy, respondeu com um erro de digitação no sobrenome da chanceler alemã.Ao mesmo tempo, o assessor de política externa de Bill Clinton enviou mensagem eletrônica ao chefe da equipe de Obama após a conversa com Clinton sobre Tsipras, e nessa conversa a equipe de Clinton garante que terão o apoio de Angela Merkel.

Os gregos rejeitaram as reformas de austeridade exigidas pelos credores europeus em um referendo de 2015, mas Tsipras assinou-o de qualquer maneira já que o primeiro-ministro havia concordado com o aumento de impostos e cortes do setor público.Desde então, um total de 15 reformas pedidas pelos credores internacionais - Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional - têm sido impostas no país endividado incluindo planos de privatização, a fim de desbloquear fundos de resgate altamente necessários.Tradução de Edu Montesanti

 

 


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