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Produção industrial cresce em sete das 14 regiões pesquisadas, em Agosto

13.10.2009
 
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CEARÁ - Em agosto, a produção industrial do Ceará ajustada sazonalmente recuou 1,1% em relação ao mês imediatamente anterior, após crescimento de 0,7%. Com estes resultados, o índice de média móvel trimestral decresceu 0,6%, assinalando a quarta taxa negativa consecutiva, acumulando perda de 4,0%.

No indicador mensal, a indústria cearense apresentou queda de 9,1% com resultados negativos em cinco das dez atividades industriais, com destaque para alimentos e bebidas (-25,2%), em função da menor produção de castanha de caju torradas e refrigerantes. Vale citar ainda, as retrações assinaladas por calçados e artigos de couro (-7,7%) e refino de petróleo e produção de álcool (-16,2%). Em sentido contrário, as principais contribuições positivas vieram de minerais não-metálicos (34,6%), produtos químicos (6,0%) e têxtil (2,4%).

O indicador acumulado no ano recuou 7,1%, com resultados negativos em sete dos dez segmentos pesquisados, cabendo o maior impacto ao desempenho de alimentos e bebidas (-16,0%). O indicador acumulado nos últimos doze meses passou de -3,2 em julho para -4,5% em agosto, prosseguindo em trajetória decrescente desde setembro de 2008 (3,8%).

PERNAMBUCO - Em agosto, a produção industrial de Pernambuco ajustada sazonalmente cresceu 7,4%, após ter recuado 2,5% nos últimos dois meses. Com estes resultados, o índice de média móvel trimestral avançou 1,6% em agosto, após ter recuado por dois meses, acumulando perda de 1,3%.

O indicador mensal da indústria pernambucana assinalou a décima taxa negativa consecutiva, com queda em cinco das onze atividades industriais pesquisadas. O maior impacto negativo para a composição da taxa de -1,3% veio de produtos de metal (-17,3%). Vale destacar também as contribuições negativas vindas de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-16,5%) e têxtil (-31,2%). Já alimentos e bebidas (3,0%) e metalurgia básica (4,1%) ampliaram a produção, sobretudo devido ao aumento na fabricação de cerveja e chope, e refrigerantes; e vergalhões de aços ao carbono.

No indicador acumulado do ano, a produção pernambucana recuou 7,5%, com taxas negativas em nove dos onze setores industriais, cabendo a produtos químicos (-11,6%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-26,5%) e metalurgia básica (-9,7%) as principais influências negativas sobre a média global. A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos doze meses, passou de -4,2% em julho para -4,5% em agosto, e prossegue em trajetória decrescente desde outubro de 2008 (6,2%).

BAHIA - Em agosto, a produção industrial da Bahia ajustada sazonalmente avançou 5,7% em relação ao mês anterior, após recuar 5,5% em julho, voltando praticamente para o mesmo patamar registrado em junho. Ainda na série com ajuste sazonal, indicador de média móvel trimestral cresceu 2,2%, terceira taxa positiva consecutiva, acumulando ganho de 5,9% no período junho-agosto.

No confronto com agosto de 2008, a produção industrial da Bahia assinalou queda de 6,1%, com taxas negativas em seis das nove atividades pesquisadas. A principal contribuição negativa veio de produtos químicos (-14,4%). Vale destacar também as influências negativas assinaladas por metalurgia básica (-15,0%) e borracha e plástico (-16,8%). Já os maiores impactos positivos foram assinalados por refino de petróleo e produção de álcool (3,1%) e minerais não metálicos (8,0%).

No indicador acumulado no ano até agosto, a indústria baiana registrou queda de 9,5%, com resultados negativos em sete dos nove setores pesquisados. As maiores contribuições negativas vieram de refino de petróleo e produção de álcool (-22,2%), metalurgia básica (-21,0%) e produtos químicos (-6,1%). O indicador acumulado nos últimos doze meses passou de -5,8% em julho para -6,9% em agosto, e prossegue em trajetória decrescente desde setembro de 2008 (5,1%).

MINAS GERAIS - Em Minas Gerais, a produção industrial mostrou estabilidade na passagem de julho para agosto (0,0%), na série livre de influências sazonais. Vale destacar que este é o oitavo mês consecutivo que a indústria local não registra recuo na produção na comparação com o mês anterior, o que resulta em um ganho de 21,3% nesse período. Com isso, o índice de média móvel trimestral, com crescimento de 1,7% entre julho e agosto, prosseguiu em trajetória ascendente desde março de 2009.

Em relação a agosto de 2008, a redução na maior parte (onze) dos treze setores investigados aponta para o resultado global de -13,7%. Cabe destacar as contribuições das as indústrias extrativas (-26,0%) e de metalurgia básica (-23,0%). Com resultado positivo figuram os setores de alimentos (3,2%) e de celulose e papel (1,5%).

No indicador acumulado no ano, a queda de 19,6%, também refletiu um perfil generalizado de resultados negativos que atingiu onze dos treze setores pesquisados. A taxa anualizada, acumulado nos últimos doze meses, em trajetória descendente desde outubro de 2008, registrou um recuo de 15,7% em agosto.

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