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As mulheres no futebol e na economia mundial

12.07.2011
 

As mulheres no futebol e na economia mundial

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Rebeca Nóbrega de Sousa **

Luiz Alberto Machado***

"Quem diz que o futebol não tem lógica ou não

entende de futebol ou não sabe o que é lógica."

Stanislaw Ponte Preta (1923-1968)

Introdução

Vivemos numa época de grandes e aceleradas mudanças. Quanto a isso, acreditamos que qualquer pessoa bem informada não tem a menor dúvida. Muito tem se escrito a respeito e, entre as melhores análises a respeito encontram-se Eduardo Giannetti, que destacou o binômio "aceleração do tempo e integração do espaço" como uma das características marcantes da globalização, Luc de Brabandere, que escreveu o fantástico livro O lado oculto das mudanças, e Frances Cairncross, com o não menos fantástico O fim das distâncias.

 

 

A referência de Giannetti é a seguinte:

 

"A globalização não é apenas a palavra da moda, 

mas a síntese das transformações radicais pelas quais vem

passando a economia mundial desde o início dos anos 80. 

Suas dimensões básicas, que estão revolucionando a atividade

produtiva e o modo de vida neste fim de milênio, são a aceleração 

do tempo e a integração do espaço. O paradoxo é que embora

façamos as coisas que desejamos em cada vez menos tempo, 

falte também cada vez mais tempo para fazer aquilo que desejamos.

Quanto mais economizamos tempo, mais carecemos dele". 

 

 

Se o livro de Brabandere focaliza o primeiro aspecto do binômio apontado por Giannetti, o de Cairncross, editora-chefe da revista The Economist, focaliza o segundo deles.

 

Entre as mudanças em curso encontra-se a participação cada vez maior das mulheres ocupando postos de destaque nas mais variadas áreas de ação, fato, aliás, apontado tempos atrás por dois dos mais respeitados analistas das tendências globais, John Naisbitt e Patricia Aburdene.

 

Coincidentemente, a publicação deste artigo ocorre exatamente no momento em que uma mulher, a francesa Christine Lagarde, acaba de assumir pela primeira vez na história o cargo mais elevado de uma das mais relevantes organizações econômicas do mundo, o Fundo Monetário Internacional (FMI).

 

O momento também  é inesquecível para os amantes do esporte e do futebol em particular, como é o caso de milhões de brasileiros. Além da fase final da Liga Mundial de Voleibol Masculino, em que nossa seleção encontra-se já nas semifinais, há importantes campeonatos de futebol sendo disputados, como o Mundial Masculino Sub-17, no México, em que nossa seleção foi derrotada na semifinal pela seleção uruguaia, a Copa América de Futebol Masculino, na Argentina, que está ainda na primeira fase, e a Copa do Mundo de Futebol Feminino, na Alemanha, cuja primeira fase já se encerrou, tendo a nossa seleção se classificado em primeiro lugar em seu grupo.

 

Embora o tema de nosso artigo esteja diretamente relacionado a este último, não podemos deixar de comentar o abismo existente entre os dois campeonatos no que se refere à organização. Enquanto na Alemanha tudo transcorre na mais perfeita ordem, a começar pela qualidade dos gramados, passando pelo interesse do público - com estádios quase sempre lotados -  e com horários e rituais sendo rigorosamente cumpridos, na Argentina ocorre o inverso, com alguns estádios apresentando péssimos gramados, arquibancadas muitas vezes vazias, atrasos e até falta de hinos dos países que participam da 43ª edição da Copa América.

 

Como já alertado, porém, o principal objetivo no nosso artigo de hoje é examinar alguns dos principais indicadores econômicos e sociais das seleções da Copa do Mundo FIFA de Futebol Feminino de 2011.

 

As 16 seleções participantes são por ordem alfabética: Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, Colômbia, Coreia do Norte, Estados Unidos, França, Guiné Equatorial, Inglaterra, Japão, México, Nigéria, Noruega, Nova Zelândia e Suécia.

 

Inicialmente, pesquisamos cinco indicadores: PIB, População Total, IDH, Esperança de Vida ao Nascer e Taxa de Mortalidade Infantil. E, sobretudo, comparamos os quatro países de cada Grupo da Copa do Mundo de 2011.

 

A Copa do Mundo na Alemanha

 

A VI Copa do Mundo FIFA teve início no dia 26 de junho, na mais rica e mais populosa nação da União Europeia, liderada pela primeira-ministra Angela Merkel.

 

É a Copa das belas mulheres dos cinco continentes. Os torcedores e os espectadores estão tendo a oportunidade de assistir a uma disputa mundial nos modernos estádios de futebol em nove cidades alemães, cujo slogan é "The beautiful side of 20Eleven!" (O lado bonito de 2011!).

 

As cidades-sede são: Augsburgo, Berlim, Bochum, Dresden, Frankfurt, Leverkusen, Mönchengladbach, Sinsheim e Wolfsburg.

 

Na Copa do Mundo na Alemanha podemos ler nas tabelas em alemão o seguinte lema "Fußball, Freunde und Gesundheit" (Futebol, Amizade e Saúde). Na Alemanha, estamos vendo em ação as melhores jogadoras de futebol do mundo, algumas das quais representando nações lideradas por mulheres de grande destaque no cenário político-econômico mundial, como são os casos de Angela Merkel e Dilma Rousseff, além da lendária rainha Elizabeth II.

 

Na FIFA Women's World Cup 2011, podemos registrar a ausência da Espanha, atual campeã mundial do futebol masculino, onde a economia espanhola tem uma elevada taxa de desemprego pelo quarto ano seguido e o PIB registrou duas retrações consecutivas, isto é, queda na taxa de crescimento do PIB de 3,7% em 2009 e 0,1% em 2010.

 

A História das Copas do Mundo

 

A VI Copa do Mundo de Futebol Feminino teve início em 26 de junho, no Estádio de Sinsheim, com capacidade de 25.515 torcedores, e terminará em 17 de julho, no Estádio de Frankfurt, com capacidade para 48.817 torcedores.

 

Entre as seis Copas do Mundo já disputadas entre as mulheres, os países desenvolvidos foram quatro vezes anfitriões, enquanto os países emergentes duas vezes. Apenas sete países participaram de todas as seis edições do torneio disputadas até hoje: Alemanha, Brasil, Estados Unidos, Japão, Nigéria, Noruega e Suécia.

 

Os jogos do futebol feminino têm o tempo igual ao do futebol masculino, dois tempos de 45 minutos. A SPORTV está transmitindo todos os 32 jogos da Copa do Mundo de 2011.

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As Mulheres no Futebol e na Economia Mundial

 

Entre os países desenvolvidos, os títulos mundiais no Futebol Feminino foram obtidos pelos Estados Unidos (2 títulos), Alemanha (2 títulos) e Noruega (1 título); já  entre os países emergentes, nenhuma nação ainda foi vitoriosa neste grande evento esportivo. Mas China e Brasil já foram vice-campeões.

 

Serão 32 jogos na Copa de Mundo 2011, para conhecermos a nova seleção campeã mundial. O Brasil pode ter a fama de país do futebol, do samba, do carnaval e dos biquínis, mas em um aspecto não se diferenciou da maioria: o preconceito existente contra mulheres jogando futebol.

 

As economias e populações com suas principais características também entram em campo com as mulheres, onde o crescimento econômico é medido pelo Produto Interno Bruto (PIB) e o desenvolvimento humano é mensurado pelo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

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Grupo A

 

A Alemanha no Grupo A enfrentou o Canadá, a França e a Nigéria. O jogo de abertura foi entre a França e a Nigéria na cidade de Sinsheim. A ex-colônia inglesa é a nação com maior número de negros do mundo e suas belas negras jogaram com rapidez e força contra as belas francesas, mas o primeiro gol do mundial aconteceu aos 10 minutos e 38 segundos do segundo tempo, com belo chute da número 18, a francesa Delie, levando à vitória a nação europeia.

 

A Nigéria é o país com a pior esperança de vida ao nascer, com 46,9 anos e o menor IDH da Copa, com 0,423, segundo os dados de 2010 do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). A Nigéria tem também a maior taxa de mortalidade infantil da Copa, com 109,5 por mil nascidos vivos.

 

A França é  o quarto país mais rico da Copa e o quinto da economia do mundo, com o PIB de US$ 2,5 trilhões. A França tem a quarta melhor taxa de mortalidade infantil da Copa, com 4,3 por mil nascidos vivos.

 

As alemãs, bicampeãs mundiais de 2003 e 2007, são as anfitriãs da Copa do Mundo de 2011. As alemãs, na abertura oficial da Copa do Mundo de Futebol Feminino 2011, num jogo tido como decisivo no grupo, enfrentaram as canadenses, na capital do país, a famosa e histórica Berlim.

 

No Estádio Olímpico de Berlim, a jogadora alemã de 1 metro e 80 centímetros e número 18, Garefrekes, fez, de cabeça, o segundo gol da Copa e o primeiro gol da partida aos 9 minutos e 35 minutos do primeiro tempo. A Alemanha venceu o Canadá por dois a um.

 

A Alemanha é a terceira economia mais rica da Copa e quarta do mundo, com o PIB de US$ 3,3 trilhões, de acordo com os dados de 2010 do Fundo Monetário Internacional (FMI).

 

Já o Canadá, com o PIB de US$ 1,5 trilhão, atualmente é a nona economia do mundo e a sétima mais rica da Copa de 2011.

 

Grupo B

 

No Grupo B encontravam-se as seleções do Japão, da Nova Zelândia, do México e da Inglaterra.

 

As adversárias das japonesas no primeiro jogo foram as neozelandesas, na cidade de Bochum.

 

O Japão é  a segunda maior economia da Copa, com o PIB de US$ 5,4 trilhões, estando atrás apenas dos Estados Unidos e a terceira economia do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e da China (grande ausência da Copa de 2011). Estreou com vitória de dois a um enfrentando a Nova Zelândia, o terceiro melhor IDH da Copa, com 0,907.

 

O outro jogo da primeira rodada do Grupo B colocou frente a frente as mexicanas contra as inglesas, na cidade de Wolsfburg.

 

O México destaca-se por ser a quinta mais populosa nação da Copa e a 11ª mais populosa do mundo, com 111,2 milhões de habitantes.

 

Já a Inglaterra forma, com a Escócia, a Irlanda do Norte e o País de Gales, o poderoso Reino Unido, com PIB de US$ 2,2 trilhões, constituindo-se na quinta economia mais rica da Copa e a sexta economia do mundo. As inglesas empataram em um a um com as mexicanas na cidade de Wolfsburgo.

 

Grupo C

 

As bicampeãs mundiais de 1995 e 1999, as norte-americanas, ficaram no Grupo C, ao lado das norte-coreanas, das colombianas e das suecas, vice-campeãs em 2003.

 

As norte-americanas enfrentaram no primeiro jogo as norte-coreanas, num jogo histórico e muito defensivo de ambas as partes, na cidade de Dresden.

 

Mas, se for para considerar o peso de sua economia, o ataque dos Estados Unidos será forte, pois é o país mais rico e populoso da Copa, como também a maior potência da economia mundial, à frente da China, e a terceira mais populosa do mundo, atrás apenas da China e da Índia. As norte-coreanas respeitaram os Estados Unidos, mas não abrirão mão do seu arsenal de jogadas aéreas para derrotar as suas ricas adversárias. Mas não conseguiram, a vitória foi das norte-americanas, por dois a zero, em Dresden.

 

A beleza das mulheres suecas e colombianas não ofuscou o talento e a habilidade das jogadoras europeias e sul-americanas na disputada partida da primeira rodada realizada no belíssimo estádio da cidade de Leverkusen. As suecas venceram as colombianas por um a zero.

 

A Suécia tem, ao lado do Japão, a menor taxa de mortalidade infantil da Copa, com apenas 3,2 por mil nascidos vivos antes de completar um ano de idade.

 

Já a Colômbia tem a quinta pior taxa de mortalidade infantil da Copa, com 19,1 por mil nascidos vivos.

 

Grupo D

 

No Grupo D ficaram as brasileiras, atuais vice-campeãs, ao lado de australianas, norueguesas (campeãs em 1995) e as africanas da Guiné Equatorial.

 

A seleção brasileira foi vice-campeã em 2007 e terceiro lugar em 1999 e chegou à  Alemanha com boas chances de conquistar seu primeiro título mundial de futebol feminino. Liderada pela craque Marta, eleita pela FIFA a melhor jogadora do mundo em 2006, 2007, 2008, 2009 e 2010, o Brasil busca levantar pela primeira vez o belíssimo troféu para poder, seguindo a tradição, apresentá-la em Brasília à presidenta Dilma Rousseff.

 

O primeiro jogo da chave, na antiga cidade de Mönchengladbach, caracterizou-se pala rapidez e pela acirrada marcação demonstradas por brasileiras e australianas e embora Marta não tenha brilhado, a seleção brasileira acabou vencendo por um a zero.

 

O Brasil é a sexta economia mais rica da Copa e a sétima economia do mundo, com o PIB de US$ 2,0 trilhões, de acordo com o FMI, enquanto a Austrália, possui o segundo melhor IDH da Copa e do mundo, com os respeitáveis 0,937, segundo o PNUD.

 

O outro jogo da primeira rodada do Grupo D foi disputado entre as norueguesas e as guinéu-equatorianas, na milenar Augsburgo. Foi o jogo de maiores contrastes econômicos e sociais da Copa de 2011. No futebol feminino, a Noruega venceu de um a zero a Guiné Equatorial na cidade de Augsburgo.

 

A Noruega tem o melhor IDH da Copa de 2011 e do mundo, com 0,938, conforme dados de 2010 do PNUD. A rica Noruega não faz parte da União Europeia e é a segunda nação menos populosa da Copa, com 4,7 milhões de habitantes. A Noruega tem ainda a segunda menor taxa de mortalidade infantil da Copa, com apenas 3,3 por mil nascidos vivos.

 

Já a Guiné  Equatorial faz parte da União Africana e é o país mais pobre da Copa do Mundo, tendo também o segundo pior IDH, com apenas 0,538. O pobre país africano destaca-se também pela segunda pior esperança de vida ao nascer, com apenas 51,6 anos de idade. A ex-colônia ibérica tem também a segunda maior taxa de mortalidade infantil da Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2011, com 92,3 por mil nascidos vivos.

 

Considerações Finais

 

Ressaltamos que as comparações dos principais indicadores econômicos e sociais destes 16 países reforçam a constatação de que no mundo belo e fascinante em que vivemos nos dias atuais encontramos muitos contrastes socioeconômicos.

 

Os apaixonados por futebol, por mulheres e por economia, podem ver em ação na Copa de 2011 jogos com o país mais rico do mundo, os Estados Unidos, e outros com o país de melhor IDH do planeta, a Noruega.

 

Ao mesmo tempo podem observar jogos do país com maior esperança de vida ao nascer do mundo, o Japão, e jogos dos países africanos com algumas das mais baixas expectativas de vida ao nascer do planeta, como a Nigéria e a Guiné  Equatorial.

 

No primeiro jogo da Copa América, nem Pato, nem Ganso, nem tão pouco qualquer "Marreco"  ou "Pavão", fizeram um gol na fraca e defensiva Venezuela... O Brasil deixou muito a desejar! No mesmo dia, a seleção brasileira feminina venceu a seleção norueguesa por três a zero, mostrando, além da excepcional categoria de Marta, um futebol de alta qualidade contra a nação de maior IDH do mundo, o bastante para o Brasil reafirmar o status de favorito ao inédito título em uma grande competição feminina de futebol.

 

Impossível não se impressionar, nos jogos da seleção brasileira, com os dribles e os gols da rainha do futebol feminino. Marta nasceu em 19 de fevereiro de 1986, em Dois Riachos, cidade pobre com 10.879 habitantes no sertão de Alagoas, estado nordestino com maior taxa de mortalidade infantil (46,4 por mil nascidos vivos, segundo o IBGE) do Brasil. Sua habilidade e sua categoria mostram, uma vez mais, que talentos podem surgir em qualquer parte do mundo e não apenas nos países ricos ou desenvolvidos.

 

Às vésperas do início das fases decisivas da Copa do Mundo de Futebol Feminino na Alemanha, resta-nos torcer por muitos gols e pelo inédito título na terra de Goethe. O Brasil enfrentará a seleção do país mais rico do mundo. Mas, independentemente do resultado de nossa seleção, não devemos perder de vista que os grandes desafios que temos pela frente são bem maiores do que a conquista deste cobiçado título. Eles passam pela redução da desigualdade de renda ainda enorme em nosso país, pela eliminação da disparidade entre os sexos e por melhoras significativas na qualidade de nossa educação, sem o que teremos enorme dificuldade para nos alinhar ao grupo dos países ricos e com alto IDH antes de 2050.

 

Referências e indicações bibliográficas

 

BRABANDERE, Luc de. O lado oculto das mudanças: a verdadeira inovação requer mudança de percepções. Tradução de Ricardo Bastos Vieira. Rio de Janeiro: Elsevier; Boston, MA: The Boston Consulting Group, 2006.

 

CAIRNCROSS, Frances. O fim das distâncias: como a revolução nas comunicações transformará nossas vidas. Tradução de Edite Sciulli e Marcos T. Rubino. São Paulo: Nobel, 2000.

 

GIANNETTI, Eduardo. Globalização, transição econômica e infraestrutura no Brasil. Texto preparado para o Seminário "Competitividade na infraestrutura para o Século XXI", promovido pelo Instituto de Engenharia, São Paulo, realizado em 24/09/96.

 

NAISBITT, John e ABURDENE, Patricia. Megatrends 2000: Ten New Directions for the 1990's. Avon Books, 1996.

 

Referências e indicações webgráficas

 

PRIMEIRA mulher a comandar FMI assume hoje. Disponível em www.jm1.com.br/2011/07/primeira-mulher-a...ar-fmi-assume-hoje/.

 

Ranking do IDH 2010. Disponível em http://www.pnud.org.br/pobreza_desigualdade/reportagens/index.php?id01=3600&lay=pde

 

Lista de países por PIB nominal. Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_pa%C3%ADses_por_PIB_nominal

 

 

 

 

*Paulo Galvão Júnior, economista paraibano, especialista em Gestão de RH. Atualmente, Chefe da DPTI da SETUR da PMJP. Autor dos livros digitais de Economia "RBCAI" e "REFLEXÕES SOCIOECONÔMICAS" e de vários artigos de Economia no Brasil e no exterior, com destaque no site em português do jornal russo Pravda e do jornal angolano Zwela Angola. E-mail: paulogalvaojunior@gmail.com

 

 

 

 

**Rebeca Nóbrega de Sousa, economista paraibana, autora de vários artigos de Economia, dentre eles o mais recente intitulado "Uma Breve Análise dos Principais Indicadores da Paraíba" em parceria com o economista Paulo Galvão Júnior e publicado no livro digital "Reflexões Socioeconômicas" no seminário "Cenário Econômico Brasileiro, Nordestino e Paraibano e Perspectivas" realizado em comemoração aos 30 anos do CORECON-PB,rebecanobrega@bol.com.br

 

 

 

 

***Luiz Alberto Machado, economista paulista, especializado em Desenvolvimento Latino Americano pela Boston University e em Criatividade pela Creative Education Foundation, é vice-diretor da Faculdade de Economia da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) e conselheiro do Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial, da Fundação Brasil Criativo e do Conselho Federal de Economia. E-mail: lasam.machado@gmail.com.


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