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Telefonia fixa liderou serviços de informação em 2006

05.08.2008
 
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Telefonia fixa liderou serviços de informação em 2006

Os serviços de telefonia fixo-fixo (setor de Telecomunicações) lideravam, em 2006, o ranking da geração de receita operacional líquida do segmento de serviços de informações, com 9,9%. No segmento de serviços de transportes, cresceram, entre 2005/2006, as participações de receita dos serviços de transporte rodoviário de cargas (de 35,2% para 37,0%) e dos serviços de transporte rodoviário de passageiros (de 26,3% para 27,3%). Setor de elaboração e acompanhamento de projetos industriais (mineração, extração de petróleo e gás natural) destacou-se nos serviços de engenharia.


O Suplemento de Produtos e Serviços da Pesquisa Anual de Serviços - PAS 2006, aplicado nas empresas com 20 ou mais pessoas ocupadas, investigou os produtos relacionados ao setor mais moderno da economia, ou seja, os serviços de informação, que abrangem as atividades relacionadas às novas tecnologias de comunicação e informação, os produtos das atividades tradicionais de transportes e parte dos serviços qualificados prestados às empresas, abrangendo serviços de engenharia e arquitetura.

As atividades que integram o segmento de serviços de informação (telecomunicações, atividades de informática e serviços audiovisuais) geraram em conjunto receita operacional líquida de R$ 137,3 bilhões, em 2006, contra R$ 129,2 bilhões, em 2005. Dentre os 20 produtos com maiores participações na receita, neste segmento, 11 pertenciam à área de telecomunicações.

Os serviços de telefonia fixo-fixo (chamadas locais, interurbanas, internacionais e geradas em telefones públicos) lideravam a participação da receita operacional líquida do segmento, com 9,9%, seguido por serviços complementares (8,0%), serviços de interconexão de telefonia móvel celular (7,7%) e serviços de telefonia celular pós-pago (chamadas locais, interurbanas e internacionais), com 7,5%, totalizando os quatro produtos mais da metade (51,0%) da receita dos produtos do segmento de serviços de informação. Os Serviços de telefonia fixa (Serviços fixo-fixo) mantiveram-se como principal produto do segmento de telecomunicações, em 2005 e 2006 e, com uma receita de R$ 13,7 bilhões, responderam por 15,5% do total, em 2006.

As atividades de informática, por sua vez, foram responsáveis por 22,0% do total da receita dos serviços de informação, em 2006, percentual superior ao de 2005 (20,1%). Neste grupo, observa-se que, em 2006, os serviços de desenvolvimento de softwares sob encomenda ou específico para o cliente foram os que mais contribuíram na geração da receita (17,7%), seguidos por serviços de consultoria em tecnologia da informação (13,3%), serviços de processamento de dados para terceiros (12,3%). Estes produtos figuraram no ranking entre as 20 maiores receitas dos serviços de informação, ocupando a sétima, décima e 12a posições, respectivamente.

Os Serviços audiovisuais responderam por 13,7% da receita dos serviços de informação, em 2006, aumentando ligeiramente sua participação em relação a 2005 (13,0%). Nesta atividade, os serviços de televisão aberta (produção, programação, veiculação de publicidade e merchandising) representaram 47,6% da receita, figurando na quinta posição dentre os serviços de informação, seguidos por serviços de pacotes básico e especial ofertados pelas operadoras de televisão por assinatura (20,5%) e serviços de rádio (programação e broadcast ing), com 6,4%.

Transporte rodoviário de cargas responderam por mais de um terço da receita do segmento de transportes

Os Serviços de transportes geraram R$ 97,5 bilhões de receita, em 2006, e R$ 90,6 bilhões, em 2005. Dentre estes serviços, um dos destaques foi a atividade de transporte rodoviário (transporte de cargas e o transporte de passageiros), responsável por 66,0% da receita do segmento de serviços de transportes, em 2006. Os serviços de transporte rodoviário de cargas representaram 37,0% da receita do setor de transportes, em 2006, percentual acima dos 35,2% observados, em 2005.

Destacou-se, neste grupo, com 40,4%, o transporte de carga geral solta não-unitizada (ensacados, envasados, embalados, ou produtos manufaturados, inclusive siderúrgicos, etc.), que ocupou o segundo lugar dentre as maiores receitas dos produtos do setor de transportes, com 15,1%. A receita gerada pelos serviços de transporte de cargas sólidas não-perigosas a granel (cereais, areia, brita, minérios, cimento, etc.) representou 22,3% do transporte rodoviário de cargas. Destacaram-se, ainda, os serviços de transporte de produtos perigosos, que incluem combustíveis e GLP (inclusive botijões) e outros produtos perigosos (fertilizantes, explosivos, asfalto, produtos radioativos, etc.), cuja participação foi de 11,5% no total da receita do transporte rodoviário de cargas.

O Transporte rodoviário de passageiros representou 27,3% da receita do setor de transportes, em 2006, participação esta que foi de 26,3%, em 2005. O principal produto foi o transporte municipal (urbano e suburbano) – inclusive regiões metropolitanas, que representou 17,7% deste segmento e 64,8% do transporte rodoviário de passageiros. Os Serviços de transporte rodoviário de passageiros municipal, intermunicipal e interestadual, em conjunto, representaram 24,8% da receita do setor de transportes.

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