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Cada uma por si, as economistas Amyra El Khalili, Denise Gentil, Laura Carvalho e Maria Lucia Fattorelli colocaram-se na frente do pelotão de oposição ao exército de empresários, executivos, jornalistas e ocupantes de cargos públicos que defendem a política do laissez-faire na gestão da economia brasileira.
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O que seria de nós sem uma boa briga por idéias, vez que outra? É ela que testa se nossos argumentos ainda são válidos, nos obriga a atualização permanente sobre o que se escreve, sobre o que se lê.
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O sepultamento da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), criada há quase uma década no governo Lula e hoje esvaziada por causa de divergências entre os governos dos 12 países da região, já tem data marcada: será no próximo dia 22, no Chile, em uma reunião de chefes de Estado convocada pelo presidente chileno, Sebastian Piñera.
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A história do feminismo quando é contada está quase sempre pautada nas mulheres ocidentais e suas lutas, como se as mulheres não-ocidentais também não tivessem pautas que justificassem suas lutas e suas agendas.
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Em 1973, Décio Freitas publicou Palmares: a guerra dos escravos, pela Movimento, de Porto Alegre. O limitado alcance da pequena editora progressista explica que o sucesso do livro não tenha sido ainda maior e, talvez, ter sido editado, já que o país vivia então sob o tacão despótico do general Garrastazú Médici.